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Urna não é pínico!

Urna não é pínico!

A história de hoje é meio escatológica (tratado acerca dos excrementos), mas é importante, devido ao que vai ocorrer amanhã, pois teremos eleições presidenciais e quem é meu aluno ou foi meu aluno, cansou de ouvir a máxima de que URNA NÃO É PENICO (Coloquei pinico no titulo da imagem, para falar no "popular" mesmo) e dai inspirei-me em contar um pouco da história de como o ser humano ao longo do tempo utilizou diversos meios para limpar suas nádegas após expelir as fezes. Na China, no século VI, há registro das primeira utilizações de papel higiênico, mas o formato moderno de utilização, tal como conhecemos hoje só foi desenvolvido no século XIX, pelo americano Seth Weeler). Para limpar a bunda após defecar, os gregos utilizavam pedras lisas, os portugueses usavam espiga de milho sem casca, os esquimós (Inuits) usavam musgos, no Japão usava-se gravetos de madeira e os marinheiros em alto mar usavam cordas. Na idade média usava-se para se limpar após fazer as necessidades, lã de carneiro, como era o caso dos povos Vikings e renda ou cânhamo, em diversas sociedades entre os mais ricos. Os meios de armazenar os rejeitos orgânicos expelidos pelos seres humanos antes da invenção das privadas, eram os baldes, urinóis, latrinas e até o famoso matinho. O primeiro sanitário WC da história só foi criado em 1597, por John Harington. Boa escolha amanhã a todos os meus compatriotas e não é votando em “Tiriricas” que se protesta e sim não sendo omisso e compactuando com o que está errado.

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