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Independência do Brasil (O Grito do Ipiranga) - continuação

Independência do Brasil (O Grito do Ipiranga) - continuação

A continuidade da história anterior acerca da Independência do Brasil, terá seu desfecho neste post, onde abordarei outros fatos e mitos acerca deste tema. O quadro O GRITO DO IPIRANGA de Pedro Américo além de possuir elementos nada históricos e que glamorizam um episódio onde nada teve de glamour, assunto este, abordado em postagem anterior a esta, ainda levanta SÉRIAS SUSPEITAS desta obra de arte ser um PLÁGIO. Existe grande semelhança com outra obra famosa, Napoleão em Friedland, de autoria do pintor francês Jean Louis Ernest Messonier e exposta atualmente no Metropolitan Museum de Nova York que foi feito em 1807, isto é anterior a obra de Pedro Américo. Outro mito é sobre a composição do Hino da Independência, embora D. Pedro fosse um hábil músico, os historiadores entram em consenso que jamais ele conseguiria compor uma música de estrutura tão complexa em um intervalo de CINCO HORAS no mesmo dia 7 de Setembro de 1822. Em São Paulo, nesta noite, nas comemorações oficiais foi ainda executado o Hino Constitucional Português, de Marcos Antônio Portugal, amigo e professor do príncipe regente. A música do atual Hino da Independência foi composta por D. Pedro sim, mas numa data posterior. A letra é de um poema chamado “Brava Gente”, de autoria do jornalista Evaristo da Veiga. Portugal só recebeu notícias de nossa independência em Novembro de 1822. Os portugueses se mobilizaram para enviar mais tropas ao Brasil e tentar subjugar pela força os adeptos da Independência. A guerra só terminaria em novembro de 1823. Portanto, nossa independência NADA TEVE DE PACÍFICA conforme prega-se em alguns relatos fantasiosos e mentirosos que simplificam o processo como apenas uma negociação entre pai e filho, ou seja, D. João VI e D. Pedro. O Historiador Laurentino Gomes calcula que morreu cerca de 5.000 Brasileiros nos combates na Bahia e nordeste brasileiro. Infelizmente o relato que PAGAMOS por nossa independência é verdade. Portugal só reconheceu a Independência do Brasil em 1825, mediante uma indenização de dois milhões de libras. Não tínhamos o dinheiro e emprestamos da Inglaterra. O “grande herói” D. Pedro I, também possui narrativas nada gloriosas quanto a sua já conhecida promiscuidade. Além das duas mulheres oficiais – as imperatrizes Leopoldina e Amélia – teve MAIS DE VINTE AMANTES CONHECIDAS, que incluíam escravas do palácio, senhoras da corte, mulheres casadas, dançarinas e atrizes, uma vendedora de louças e até UMA FREIRA DO CONVENTO DA ESPERANÇA, da Ilha Terceira, no Arquipélago dos Açores. O grande amor do primeiro imperador brasileiro foi a Marquesa de Santos, a paulista Domitila de Castro de Canto e Melo. Mesmo sendo sua amada, ele também teve um caso com A IRMÃ DE DOMITILA, Maria Benedita, que depois ganharia o título de Baronesa de Sorocaba. Com suas mulheres oficiais e as amantes, sabe-se que Dom Pedro teve pelo menos UMA DÚZIA E MEIA DE FILHOS. Um fato positivo Foi que não faltou hombridade ao nosso imperador, pois ASSUMIU E RECONHECEU TODOS ELES, incluindo os BASTARDOS, e conforme o historiador Laurentino Gomes, Dom Pedro era um pai amoroso e atento às necessidades dos filhos, como mostram as cartas e bilhetes que trocava com seus filhos. Esse era D. Pedro I. Um príncipe caprichoso, exímio músico, que adorava cavalgar e gostava muito de cavalos e um mulherengo inveterado mas que era abstêmio. Figura altamente controversa que viveu apenas 35 anos e morreu onde nasceu, no mesmo palácio Queluz em Portugal.

Independência do Brasil (O Grito do Ipiranga)
O Monstro Labatut