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O Futebol e a Paz

O Futebol e a Paz

Em pleno dias dos pais, onde aproveito para felicitar os pais de verdade, que sabem muito bem qual é o seu maior legado para a humanidade e depois de grandes momentos felizes, por estar junto de meus filhos, termino este dia de cabeça inchada, pois meu glorioso Grêmio-RS perdeu mais um Gre-nal, mas como “não está morto quem peleia”, vamos a forra dentro de campo, nos aguardem colorados... e aproveito o gancho de minha desgraça futebolística para contar a história de hoje que vai mostra dois fatos históricos ligando o FUTEBOL e a PAZ, pois infelizmente, hoje este esporte geralmente é associado a violência. O primeiro fato ocorreu em 4 de fevereiro de 1969, no continente africano, onde na atual República Democrática do Congo (antigo Zaire) desenrolava uma violenta guerra civil, com atributos brutais como crianças em exércitos, fome e a miséria que assolava a população civil, principal vítima pela disputa de poder. O SANTOS FUTEBOL CLUBE estava em uma excursão pelo exterior, e marcou um jogo amistoso contra a SELEÇÃO DO CENTRO-OESTE DA ÁFRICA, na cidade de Kinshasa, onde desenrolava violentos combates. Mobutu Désiré, líder da uma das facções rebeldes, quando soube da partida amistosa e que nela estaria o "rei do futebol", EDSON ARANTES DO NASCIMENTO, o nosso PELÉ decretou feriado e solicitou uma trégua aos inimigos, o qual foi prontamente atendido. O resultado de Santos 2 x 1 no selecionado centro africano não foi tão significativo como a mensagem de paz que o esporte pode proporcionar para aquela gente sofrida que foi assistir ao amistoso. Pode-se dizer que neste dia Pelé parou uma guerra (Chupa Maradona). Quem mora aqui no sul do país sabe que um Gre-nal pode tornar-se uma guerra, mas apenas em campo, onde a alarmada “alma castelhana” pode exaurir os atletas e fazê-los doar-se por completo ao time, mas e que tal, de uma guerra, mas esta de verdade, resultar em uma partida de futebol? Isso aconteceu no Natal de 1914, na Bélgica, em plena PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL. Na manhã daquele dia, o mensageiro alemão havia dito aos ingleses que, se não atirassem, eles também não atirariam. Depois de recolherem os cadáveres dos mortos e enterrá-los foi quando uma BOLA escapou das trincheiras da INGLATERRA em direção aos soldados da ALEMANHA. Ambos os soldados, das duas nacionalidades, largaram as armas e esqueceram por alguns instantes o inferno que viviam e jogaram futebol em pleno front de batalha, brincadeira que aqui conhecemos como uma "pelada", terminada a partida e o fim do dia, infelizmente, por obrigação eles tiveram que voltar a matança... 

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