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Friedenreich, rivalidade e racismo no futebol

Friedenreich, rivalidade e racismo no futebol

A História de hoje vai rememorar a rivalidade do super clássico das Américas, onde vencemos os Argentinos e onde mais uma vez pudemos contemplar a garra dentro de campo incomum e só justificável pela grande rivalidade que temos com nossos “hermanos” no futebol. No passado a coisa foi muito mais séria. Em 1921 quando a seleção brasileira passava por Buenos Aires, um jornal local se referiu aos integrantes da equipe como “MACAQUITOS”, em referência aos atletas afro-descendentes que faziam parte de nossa seleção e entre eles, um dos maiores craques que o Brasil produziu, trata-se de Artur “EL TIGRE” Friedenreich, que era negro, apesar do sobrenome germânico e um dos maiores goleadores da história do futebol com 1.329 gols em 26 anos atuando nos gramados. Após uma partida em que a Brasil venceu a Argentina em pleno Buenos Aires, torcedores atearam fogo na bandeira do Brasil. Transtornado com tamanha ofensa o destemido Friedenreich lançou-se sobre o pavilhão verde-amarelo em chamas e apagou o fogo com a própria camisa. Eis uma lição de respeito, patriotismo e luta contra o preconceito racial com resquícios ainda preocupantes em pleno século XXI.
Fonte: O negro no Futebol de Mário Filho

A bandeira da Paraíba
Cara de um, fucinho do outro...