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Crítica de Filme: Autópsia de um Crime (Pathology)

Crítica de Filme: Autópsia de um Crime (Pathology)

O filme que assisti hoje é catálogo, adoro garimpar no meio da velharia e achar tesouros, o mesmo data de 2008. Trata-se de um filme marcante, com um enredo envolvente e de fortes imagens. Se o expactador tiver estômago fraco, melhor fazer outra escolha para o seu lazer, afinal de contas, ver visceras humanas expostas sem censura, pode embrulhar o estômago de cinéfilos não acostumados com filmes estilo trash. O filme é uma trama que mostra o lado obscuro do corporativismo e a prática da medicina às avesas, quebrando todos os preceitos do juramento hipócrates e deixando no ar uma grande questão: o sadismo está em nossos genes? O nó central consiste em um jogo o qual é cometer o crime perfeito, que na autópsia não se possa encontrar a causa mortis. Um dos diálogos mais interessante é travado em um happy hour dos médicos patologistas, onde o excelente ator Milo Ventimiglia, que neste filme interpreta o médico Ted dispara algo encorajador e filosófico, justificando os crimes que sucedem: “Ninguém precisa de motivo pra matar. Nós somos animais. Nossa natureza é matar. Básico e simples. Claro que somos civilizados, socializados, falamos sobre morte bebendo cerveja, não agimos! Mas se pudessemos ficar impunes? Nós mataríamos qualquer um!”. Dirigido pelo diretor Marc Schoelermann, ele explora uma receita de sucesso infalível no cinema popular: Uma boa trama+Sexo+Drogas+Sangue e muita tensão. O final é fantástico. O ponto fraco é o baixo aproveitamento da trama no roteiro…mas foi um bom achado. Recomendo. Bom filme e divirtam-se.

autopsia

Amigo é coisa para se guardar…
Diario de uma doméstica