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J.Alaor ainda não definiu sua briografia

Roberto Campos

O bem que o Estado pode fazer é limitado, já o mal é infinito. O que o Estado pode nos dar é sempre menos do que ele pode nos tirar.

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Adam Smith

O grande segredo da educação consiste em orientar a vaidade para os objetivos certos

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Friedrich Hayek

A geração de hoje cresceu num mundo em que, na escola e na imprensa, o espírito da livre iniciativa é apresentado como indigno e o lucro como imoral, onde se considera uma exploração dar emprego a cem pessoas, ao passo que chefiar o mesmo número de funcionários públicos é uma ocupação honrosa

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Ludwig von Mises

O Capitalismo garante a todos a oportunidade de obter os cargos mais almejados, nesse tipo de sociedade, o homem que não viu suas ambições totalmente satisfeitas procura um bode expiatório que possa ser responsabilizado por suas próprias falhas. Ele acusa a ordem social existente.

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Lord Acton

A melhor oportunidade jamais dada ao mundo foi jogada fora porque a paixão da igualdade tornou inútil a esperança da liberdade

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Ayn Rand

A Menor minoria na terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se dizer defensores das minorias.

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Roberto Campos

O respeito ao produtor de riqueza é o começo da solução da pobreza

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Immanuel Kant

Você é livre no momento em que NÃO busca fora de si mesmo alguém para resolver os seus problemas.

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Milton Friedman

A essência da filosofia liberal é a crença na dignidade do indivíduo, em sua liberdade de usar ao máximo suas capacidades e oportunidades de acordo com suas próprias escolhas, sujeito somente à obrigação de não interferir com a liberdade de outros indivíduos fazerem o mesmo.

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Presidente ‘memético’

Presidente ‘memético’

Globalização já é um termo que já faz parte de nosso conhecimento, as tecnologias de informação encurtaram absurdamente distâncias em um intervalo de tempo muito pequeno tornando o indivíduo um cidadão do mundo com o advento do ‘mobile’ rompendo barreiras geográficas e colocando todo o conhecimento e informação na palma de sua mão de qualquer ser humano neste planeta. Os reflexos da globalização em nível de revoluções sociais, econômicas e políticas ainda não haviam despertado o interesse e o respeito devido pelos detentores de poder em toda a sua magnitude. As evidências que quê o impacto dessas tecnologias é avassalador, foram levemente perceptíveis em eventos históricos recentes como a Primavera Árabe, com ditaduras caindo como moscas na presença de um inseticida no oriente médio e mais recentemente na eleição do outrora fanfarrão, desacreditado e aventureiro Donald Trump, em presidente dos Estados Unidos da América, quebrando todos os prognósticos e previsões contrárias de especialistas, gurus e videntes de plantão. Aqui no Brasil, sentimos um pequeno reflexo do poder da tecnologia de informação nas eleições de 2014 com os “disparos” de mensagens via SMS aterrorizando eleitores humildes com a possibilidade do findar de programas sociais caso o candidato da oposição vencesse o pleito eleitoral. Mas a disseminação e ascensão de comunicadores instantâneos multimídias elevou a globalização para um outro patamar e os efeitos destas tecnologias na capacidade de mobilização das massas em um curto espaço de tempo desnorteia qualquer sociólogo em suas lógicas já conhecidas e estabelecidas. Em 2014, em tom de brincadeira, em roda de amigos, mas com um ponto de vista de historiador e insanamente profético, disparei “O próximo presidente do Brasil será um presidente ‘memético’ “ Ao que um amigo se opôs e disse que isso seria um absurdo pois a própria palavra ‘memético’ nem existia, ledo engano de meu interlocutor, pois a Memética teve sua existência após o livro de Richard Dawkins em 1976, intitulado O Gene Egoísta onde criou-se a controversa sociobiologia com o seu discutível determinismo genético. Recentemente, a palavra MEME foi apropriada a um contexto de expressões de comunicação com conteúdo efêmeros, e as vezes de gosto duvidoso, mas com a viés humorística bem realçada, torna-se um elemento proeminente na ‘cultura do espalhável’, isto é, viralizando rapidamente e sendo viral, o receptor se identificando, retransmite aos seus pares, criando como no processo sociobiológico, uma verdadeira epidemia. No Brasil os memes possuem terreno fértil para sua proliferação. Somos conhecidos pela nossa braslilidade, que resumindo e sem os tradicionais e ridículos ufanismos, trata-se da nossa capacidade ilimitada de fazer humor com a nossa própria desgraça e tudo vira motivo de piada, galhofa e deboche, inclusive quando a discussão requer extrema seriedade, como é o caso das eleições. Como Bolsonaro virou o ‘mito’? –> Memes! Tudo começou em 2012, na época notava-se a presença frequente do hoje candidato Jair Bolsonaro em programas populares na televisão (SuperPop, CQC, Ratinho e Pânico) polemizando e debatendo com indivíduos desqualificados e sem critérios, cujo principal objetivo era tirar de sua boca seus populares chavões lacradores e seus argumentos belicosos contra grupos sociais minoritários que buscavam afirmação e respaldo jurídico e na sequência estouravam “meme’s”, produzidos por quem se identificavam com sua opinião em verdadeiras infestações nas redes sociais. O curioso foi que sua demasiada exposição em meios tradicionais de comunicação não foi o motor deste fenômeno e sim os reflexos de suas aparições na TV em novos meios, como comunicadores instantâneos, serviços de compartilhamento de vídeos e redes sociais. Bolsonaro nadou em um mar de brisas no governo do PT, surfou na onda do ‘Quanto pior, melhor’ e o PT criando a atmosfera ideal para sua verborragia, sendo assim, não é exagero afirmar que o PT criou Bolsonaro. A cada factoide que o PT gerava em uma dinâmica muito veloz virava munição na mão do Bolsonaro e seu exército de fiéis seguidores que crescia em progressão geométrica diante dos descalabros petistas. Os conservadores e em sua grande parte, a classe média, que dentro da atmosfera ‘lulopetista’ estavam sob uma amarga e modorrenta letargia logo encontraram em Bolsonaro um sonoro e espalhafatoso motivo para despertar de seu torpor. Para um povo que vive de esperança e ilusões o ‘mito’ nos memes era o super-herói aguardado e esperado: Ficha-limpa, revida a ataques na mesma intensidade, vocifera, bate-boca, esperneia e ‘dá de dedo’, enquanto a maioria dos políticos não tinha a coragem de expor sua opinião com medo de soar “politicamente incorreto” e sofrer com a patrulha de lacradores socialistas, Bolsonaro era o perfil da coragem que faltava em seus pares. A Covardia tradicional da classe política criou Bolsonaro. Os desmandos e incompetência petistas inflaram Bolsonaro. A corrupção desenfreada e o crescente temor da obsoleta e tacanha retórica socialista catapultaram ele pra Brasília e se tornará o primeiro ‘presidente memético’ de nossa história e fato esse, vindo do Brasil, é difícil soar estranho para a comunidade internacional, pois nossa história é recheada de bizarrices, fatos medonhos e sandices que o adjetivo surreal para o nosso cotidiano político é deveras lisonjeiro com a nossa realidade.

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Carlota Joaquina

Carlota Joaquina

A história do dia é sobre a Rainha CARLOTA JOAQUINA, esposa de D. João VI, rei de Portugal e pai de D. Pedro, que era um dos NOVE FILHOS, do casal. As histórias de infidelidade da rainha já faz parte do folclore português, mas uma das histórias que mais chama a atenção ocorreu por ventura no nascimento de D. Miguel, irmão de D. Pedro em 1802, ano da primeira grande crise do casamento real, quando Carlota morava na residência da Quinta do Ramalhão. Em tempos que não existia exame de DNA, a maledicência corria solta e o povo na rua declamava "D. Miguel não é filho d'el rei D. João/é filho do caseiro da Quinta do Ramalhão". Carlota Joaquina ficava revoltada ao ouvir isso, mas diante dos fatos, ela espalhou o boato de que Miguel era fruto de um caso com D. Pedro de Menezes, o Marquês de Marialva. Mas o povo, não era bobo, e não acreditou e passaram a declamar os versinhos: "Nem de Pedro, nem de João/ mas do João dos Santos da Quinta do Ramalhão". (Fonte: D. Pedro I, de Isabel Lustosa)

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A origem francesa do futebol

A origem francesa do futebol

A história do dia estou escrevendo ouvindo a rádio Gaúcha de Porto Alegre e o esquadrão do Imortal Tricolor em campo pra minha alegria. Ouvindo futebol, vou escrever sobre alguns detalhes da história do FUTEBOL. Hoje sabemos que o futebol moderno é originário da Inglaterra, onde fixou algumas características no final da idade média que o identificam atualmente, mas o ancestral dele é FRANCÊS. Esse esporte praticado na França, tinha poucas regras, e consistia basicamente em cumprir o objetivo de bater com a bola (que podia ser de couro ou madeira) em um riacho, uma árvore ou um muro - e isto era o gol. O Jogo era praticado simultaneamente por centenas de homens e sempre acabava virando um combate em massa com várias mortes. Alguns reis proibiram a prática desse jogo na França. Provavelmente no século XI esse jogo foi levado da França para a Inglaterra. O rei inglês Eduardo III, em 1365, proibiu o jogo na Inglaterra, mas o motivo não foi a violência do esporte e sim porque seus soldados preferiam ficar jogando a efetuar o treinamento militar.

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A batalha das toninhas

A batalha das toninhas

A História do dia que vou relatar é uma das mais vergonhosas façanhas de nossas forças militares. Trata-se do episódio denominado BATALHA DAS TONINHAS. O fato ocorreu ao final da PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL (muitos acreditam que o Brasil nem participou dos combates na Europa nesta guerra), mais precisamente em 1918, quando Brasil após decretar guerra contra a Alemanha por conflitos comerciais e navais, se compromete a enviar ajuda a Tríplice Entente. Nossa participação , de forma tímida e humilde ficou restrita ao envio de nossa pequena armada de navios da Divisão Naval em Operações de Guerra (D.N.O.G.) sobre o comando do Almirante Pedro Max Fernando Frontin e receberam ordens do comando de guerra inglês para seguirem para o estreito de Gibraltar. Os ingleses alertaram os brasileiros sobre a presença de submarinos alemães que já haviam afundado embarcações inglesas naquela área. A armada brasileira rumou para o local designado, na porta de entrada do mar mediterrâneo e lá o almirante Frontin, a bordo do navio Cruzador Bahia avistou uma “mancha escura” no periscópio (o navio não possuía hidrofones para detecção de submergíveis movendo-se em velocidade constante e uniforme e sem titubear ordenou um ataque maciço contra a “ameaça”. Depois da carnificina, o estranho é que não tinha nenhum alemão morto e sim um enorme cardume de TONINHAS, um parente próximo dos golfinhos. Depois de dizimar boa parte da fauna marinha do mediterrâneo e as baixas sofridas na nossa tripulação pela gripe espanhola, e também de nossa marinha atacar submarinos norte-americanos, que eram nossos aliados (outro episódio pitoresco que contarei em outra oportunidade...), os ingleses acharam melhor ordenar nossa retirada e assumir a patrulha da área. Mas como brasileiro acha graça em tudo, inclusive na própria desgraça, entre muitas piadas, foram criados relatos de um comandante alemão que, vendo o que teria acontecido, disse: "Se eles fizeram isso com um grupo de golfinhos, imagina o que farão conosco!" e caiu fora de Gibraltar...Te mete com os Brazucas, hein?

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A grilagem de terras

A grilagem de terras

A história de hoje remete a uma prática muito comum nas áreas rurais brasileiras, que fortalece a concentração de terras e a criação de grandes latifúndios, trata-se da falsificação de títulos de propriedade, conhecida como GRILAGEM de terras. Diz a história que a expressão 'grilo', vem de um antigo artifício utilizado para dar a documentos novos aparência de velhos. Para tanto os fraudadores de títulos imobiliários colocavam falsos documentos recém-elaborados em uma caixa metálica ou de madeira juntamente com diversos grilos, fechando-a em seguida. Depois de algumas semanas, os documentos já apresentavam manchas amarelo-fosco-ferruginosas, decorrentes dos dejetos dos insetos, além de ficarem corroídos nas bordas e com pequenos orifícios na superfície, tudo a indicar a suposta ação do tempo. Essas falsificações documentais, muitas vezes contam com a conivência de órgãos responsáveis pela gestão do patrimônio público sob ação de funcionários corruptos. Em todo o país, segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), havia em 2006, 100 milhões de hectares de terras suspeitas de grilagem, o que corresponde a quatro vezes a área do estado de São Paulo. No amazonas, o quadro é mais grave: dos 157 milhões de hectares de área total no estado, acredita-se que 55 milhões tenham sido obtidos por meio de grilagem.

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Ah, a educação...

Ah, a educação...

Hoje mais que uma história, é uma espécie de desabafo profissional que quero compartilhar, pois acredito que este sentimento não é singular e pode encontrar eco na sociedade. Trabalhar na educação pra mim é um prazer o qual eu não quero jamais abrir mão, mas tem dias que por mais sólidos que sejam meus princípios surge a pergunta indesejável em meus pensamentos: Está valendo a pena? A resposta que sempre me dou para continuar motivado é a paráfrase do poeta “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”...isso alivia o sentimento de desperdício de tempo e esforço inútil que sinto. Entrar em uma sala de aula em uma comunidade carente, com um plano de aula extremamente proveitoso e recheado de repasses de conhecimento além da interação e se deparar com uma turma onde a maioria é composta de alunos preguiçosos e onde a insolência sobra no espaço e a falta de respeito para com os colegas e professor é corriqueira, assim sendo o sentimento de desperdício de tempo é inevitável. Aqui onde entra a história e talvez nela esteja algumas respostas para o motivo desta geração não entender que a oportunidade que o estado brasileiro proporciona a eles é algo que a minha geração possui até um sentimento de inveja boa, pois as privações que passamos e a luta hercúlea para conseguir obter o que esta geração possui com extrema facilidade e não valoriza é extremamente desnorteador. Em 1997, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, teve inicio o programa “Toda Criança na escola”, era algo desafiador pois existia uma quantidade enorme de crianças marginalizadas fora do sistema educacional formal e criou-se a rede de suporte com os conselhos tutelares mobilizados e onde o Estatuto da criança e do Adolescente de fato começou a valer no que diz respeito ao acesso e manutenção das crianças dentro do sistema de ensino do estado. Conseguimos colocar todas as crianças na escola. Infelizmente isso não basta. Hoje calcula-se que ainda tenhamos aproximadamente cerca de 1 milhão de crianças fora do sistema educacional, mas que os esforços do estado em punir estes pais dentro da legislação ainda não cessaram. A proibição do trabalho infantil também surtiu efeitos. Todos os números de avanços na proteção destas crianças e adolescente eram motivos para estarmos comemorando. E por que não estamos? Porque estamos criando uma geração que desconhece o valor do TRABALHO, que não conhece limites impostos pelo NÃO e que não sabem a dor da PRIVAÇÃO, pois tem tudo mas ao mesmo tempo não tem nada pois não possuem perspectivas alguma e com um sistema educacional que não é pautado dentro do moralmente correto e sim dentro do politicamente correto e que está abominando a meritocracia como forma reconhecer os esforços e as vontades individuais de quem ainda tenta sobreviver nesta estrutura podre, então parabéns sociedade! Concebemos a primeira geração de falsos estudantes que estarão com seu ensino fundamental concluído e que serão perfeitos analfabetos funcionais. Quando falo em falsos estudantes, digo isso, por que noto que a grande maioria é apenas ALUNO, isto é, só assiste aula, de forma coletiva e a parte do ESTUDANTE, que é solitária e requer esforço e força de vontade individual, não existe. A escola até esforça-se, mas às vezes é necessário castigar certos “pais” para salvar seus filhos. Pais frouxos, dissimulados e irresponsáveis que não ensinam valores do trabalho, honestidade e respeito para seus filhos tem ter penas severas, pois considero estas atitudes omissas de seus deveres sociais um crime inafiançável e digno de punição de forma pública e brutal (considero que chicoteamento com rabo de tatu seria uma boa. Para finalizar este texto ácido e bem opinativo vou buscar na história um trecho sobre o trabalho infantil em plena revolução industrial, meu objetivo com isto é mostrar o quanto avançamos em nosso tempo e não somos nem sombra do que já fomos em nosso passado. Trata-se de um depoimento do menino Jonathan Downe, feito ao Comitê Parlamentar sobre o Trabalho Infantil da Inglaterra em 6 de Junho de 1832: “Quando eu tinha sete anos fui trabalhar na fábrica do Sr. Marshalls na cidade de Shrewsburry. Se uma criança estava sonolenta, o inspetor tocava no ombro da criança e dizia: ‘venha aqui'. Em um canto do quarto havia uma cisterna cheia de água. Ele levava o menino pelas pernas e imergia na cisterna. Depois do banho, ele mandava a criança de volta para o trabalho”...pensem, o menino tinha apenas sete anos e tem preguiçoso barbado que se nega a ajudar em tarefinhas domésticas e os pais acham este preguiçoso o máximo...pois é...quem planta omissão colhe tirania. (Na foto que ilustra este post, temos um grupo de meninos que trabalhavam em uma mina de carvão no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos em 1911)

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Tancredo "Never"

Tancredo "Never"

A história do dia vai relatar outra passagem (já escrevi histórias sobre este personagem histórico anteriormente) do polêmico general JOÃO BAPTISTA FIGUEIREDO, relembro que o general Figueiredo foi o responsável por passar o governo para um representante civil, mas com sua posição truculenta, às vésperas das eleições indiretas (quem decidiu qual seria o presidente do Brasil foi o congresso nacional) em 1985, onde os candidatos eram Tancredo Neves, pelo MDB e Paulo Maluf, pela Arena e AMBOS tinham a total antipatia do nosso ilustre verborrágico general Figueiredo. Dizia ele sobre Paulo Maluf, que era o candidato governista: "Esse TURCO não sentará em minha cadeira". Já para Tancredo Neves, que era o candidato da oposição, usava um trocadilho maldoso, pois nos bastidores do poder, se referia ao candidato como Tancredo "NEVER" (nunca, em inglês)...o general estava certo, pois Tancredo ganhou, mas morreu antes de tomar posse, seu vice José Sarney tornou-se o primeiro presidente civil após 20 anos de ditadura. O neto de Tancredo, o senador Aécio Neves já tentou quebrar a "zica" pregada de Figueredo e foi derrotado por Dilma Rousseff em 2014, será que em 2018 ele conseguirá? Quem viver verá... Na foto temos Figueiredo e Tancredo Neves em 1986 em Uberlândia-MG.

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Me esqueçam!

Me esqueçam!

A História do dia remete a uma figura das mais controversas da história brasileira, trata-se do último presidente militar de nossa história, o general JOÃO BAPTISTA FIGUEIREDO, que promoveu o último capitulo da ditadura militar no brasil e reconduziu o país ao caminho da democracia (a contragosto, diga-se de passagem) que possuía em seu repertório diversas frases que tornavam sua figura extremamente impopular, tal como a frase impactante que consta na figura, que ilustra este post, dita após entregar o cargo a um civil em 1986 e outras tais como: “A solução pras favelas é jogar uma bomba atômica.”  e também não escondia que era racista: ”Eu cheguei e as baianas já vieram me abraçando. Ficou um cheiro insuportável, cheguei no hotel e tomei 3, 5, 7 banhos e aquele cheiro de preto não saía.” e sobre o povo era muito claro: “Prefiro cheiro de cavalo do que cheiro de povo.”  Isso em uma época em que o mandatário não precisava ser politicamente correto pois também não precisava se preocupar com eleições e sendo assim, não precisava de votos...já hoje a demagogia rola solta e nada de braçada... A frase de maior faceta da personalidade deste general, é está: “Se o povo gostar de mim, muito bem. Se não gostar, não vou mudar”, disse o general Figueiredo, em 1978, pouco antes de assumir a presidência do Brasil. Mas tem o lado da visão de estadista que também marcou este governo, e uma delas, é o episódio de 1983 quando o Presidente Figueiredo RECUSOU A COPA de 1986, substituindo a Colômbia, que já havia desistido de sediar o mundial de futebol. Era o dia 10 de março de 1983 e um major, que acompanhava o então presidente Figueiredo, presenciou uma conversa do mesmo com o brasileiro presidente da FIFA, empossado 5 anos antes, João Havelange. O Havelange ofereceu a Copa do Mundo no Brasil e o “delicado” presidente lhe respondeu: “Você conhece uma favela do Rio de Janeiro? Você já viu a seca do nordeste? E você acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol?” ... é, a farra com o dinheiro público não aconteceu durante a ditadura e sim em plena democracia...a contradição faz parte da história. (na foto, está a garotinha que se recusou a estender a mão ao general Figueiredo, em uma visita a Belo Horizonte - MG.

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A Bahia e a Lei de Murphy

A Bahia e a Lei de Murphy

A história do dia vai unir a BAHIA, ao crédito de DESASTRES conforme os americanos e a origem da tão invocada “LEI DE MURPHY”. A imagem que ilustra está história, demonstra bem a frustração das coisas não saírem bem como a gente deseja, pois a fatia de pão tendo dois lados, quando a mesma cai, mesmo tendo 50% de probabilidade dela cair com a geleia pra cima, mas o lado que possui a geleia sempre teima em cair pra baixo, nesses momentos alegamos sermos vítimas da “Lei de Murphy”. Pois o "desastre iminente" supera as probabilidades. Está lei nasceu no diálogo do médico e coronel da Força Aérea americana John Paul Stapp, que nasceu na BAHIA, isto mesmo era baiano e o engenheiro espacial norte-americano Edward Murphy. Nesta conversa o baiano Stapp explicava a Murphy sua frustração em ser o recordista mundial de aceleração, fato este que ocorreu em 1949 e o recorde não pode ser registrado e creditado a ele, pois os instrumentos de medição de velocidade do veículo não funcionaram. Murphy investigou o fato e descobriu que um técnico TINHA LIGADO OS INSTRUMENTOS AO CONTRÁRIO. Diante disto ele lançou a Lei de Murphy: “ SE HÁ MAIS DE UMA FORMA DE SE FAZER UM TRABALHO E UMA DESSAS FORMAS REDUNDARÁ EM DESASTRE, ENTÃO ALGUÉM FARÁ O TRABALHO DESSA FORMA”. E o baiano Stapp, declarou a imprensa: “SE ALGUMA COISA PODE DAR ERRADO, DARÁ” ... e assim na boca de um baiano, nasce o infortúnio nosso de cada dia. PS.: Adoro os baianos (principalmente as baianas), de coração!

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O Motivo de minha escolhas/voto

O Motivo de minha escolhas/voto
Tornei meus votos públicos no dia de hoje e fiz isso espontaneamente, após longo exercício de análise dos candidatos. Trabalhando em meu cotidiano com disciplinas relacionadas a cidadania e principalmente ao exercício da democracia com responsabilidade, resolvi tornar público o motivo de minhas opções por acreditar que leve outras pessoas no meu círculo social a refletirem também, com muito cuidado, antes de fazerem suas escolhas. No passado já fui filiado ao PSDB, desfiliei-me em 2013, por acreditar que a oposição que este partido fazia ao governo do PT era fraca e irresponsável e está falta de atitude deste partido contribuiu e muito para que o PT fizesse o que fez. Abandonei a Social Democracia, pois ela tinha abandonado o liberalismo e como sou bem crescidinho, não creio em dádivas "divinas" bancadas com o erário público com a falsa bandeira de justiça social. Quando jovem já fui socialista e hoje me envergonho muito deste tempo, pois era tolo e imaturo para perceber as macro engrenagens que movem toda a sociedade. Após sair do PSDB engajei-me na luta para fundar um Partido político com DNA 100% Liberal e assim começou a luta pelo Partido Novo-30 que finalmente foi homologado no ano passado, mas infelizmente sem tempo de se estruturar para as eleições deste ano e como trata-se de um projeto político cujo planejamento e escolha de seus membros requer tempo na avaliação e nada de afobação, nestas eleições não colocaremos nosso bloco na rua. Hoje pertenço aos quadros do Partido Novo-30 e em breve estaremos estruturando ele em todas as cidades do Brasil. Trata-se de uma ideia onde os filiados financiam o partido e o mesmo é formado apenas por profissionais liberais que possuem uma único objetivo: mudar está triste realidade política partidária brasileira que ai está num projeto a longo prazo, mas bem desenvolvido, tendo em suas fileiras somente membros engajados com o ideal.
 
Analisando a história de nosso município a tradução da cena política no final do século XX é traduzida pela palavra Oligarquia, isto é, o domínio político da sociedade por poucos, sendo um câncer ao princípio de viabilidade democrática, que prega a alternância de poder e jamais um grupo político querer fazer projetos de poder de cunho na personalidade. Aqui em São Bento do Sul, pode-se sintetizar oligarquias nas famílias tradicionais de políticos, como a Bollmann's e os Tureck's. É inegável o legado de ambas as famílias, pois somados os mandatos de membros diretos e agregados políticos de ambas temos cerca de 50 anos da história da cidade, mas estamos onde estamos em parte por contribuições destas mesmas oligarquias! Então de coração: Obrigado. Mas é hora de "largar o osso", hora de oxigenar está política por estas bandas, hora de ideais novas e sem os mesmos vícios de sempre que é: Entra o Time A e junto sempre os mesmos jogadores e se entra o Time B, também a escalação já e notória, pois são sempre os mesmos, com o mesmos vícios e virtudes. Mas falando no português bem chulo "é de encher o saco!".
 
O que quer se reeleger, basta analisar seu plano de governo entregue a justiça eleitoral em 2012, e percebe-se que tem algo de errado, pois o mesmo falhou em mais da metade a que se propôs e considero até uma falta de vergonha ele querer mais quatro anos se em quatro que teve não fez o que se propôs a fazer. Sr. Fernando Tureck, lamento, mas meu voto tu não terá e nem entrarei em outros detalhes que coloca em dúvida na minha concepção sua capacidade de gestor público, como o caso da saúde...mas aqui fica uma palhinha de minhas críticas: PROGRAMA REMÉDIO EM CASA: Estranho este programa, pois sou hipertenso e na maioria das vezes que fui buscar o meu remédio no PSF próximo a minha casa a resposta era sempre a mesma: "Passe outro dia, pois não tem seu remédio"... só tinha remédio pra quem era idoso e estava neste programa? Pô Dotô, pelo menos em sua área as coisas deveriam estar uma "tetéia" como aprendi lá no Rio Grande do Sul. E mais um detalhe, o PMDB vem com o PT a tira-colo na coligação e pra quem foi pras ruas como eu, "chutar a bunda" destes ratos da república já me causa uma ojeriza sem igual! .
 
O PP de São Bento quer cometer suicídio? Lançar o Magno? Nada pessoal, adoro o Sr. Magno como ser humano, pois é extremamente educado e de uma simpatia ímpar, mas querer fazer tira-teima em eleições? Houve a rejeição das urnas de sua administração e não se deu continuidade de Magno quando prefeito, mas o PP está cego e surdo e estes sentidos comprometidos resultará em desastre por não proporcionar o surgimento de novas lideranças em seus quadros. Estratégia que custará muito caro a longo prazo. Portanto sobrou analisar a candidata Clarice, mas a análise foi rápida: PDT pra mim é retrógrado demais pra quem é liberal como eu, portanto, nada feito! Sobrou os Sociais Democratas, mas com caras novas dentro do partido e oxigenado, e lendo o plano de governo nota-se a concepção de contrapontos ao que vimos até hoje que se implantados em um modelo de gestão pautada pela competência e sem fisiologismos pode tornar a máquina pública eficiente e sem os penduricalhos de sempre parasitando o paço municipal. Gostei das ideias e é uma verdadeira opção as velhas oligarquias estabelecidas nesta linda cidade que tanto amamos.
 
Para vereador foi fácil, fui ver a lista de candidatos e até simpatizei com dois candidatos, mas faltou uma palavra mágica no que eles estavam se propondo a fazer e está palavra faz toda a diferença pra exercer a função: FISCALIZAR e ninguém foi mais fiscalizador que o atual vereador César Godoy, e digo mais, o PP perdeu uma bela oportunidade de lançá-lo na majoritária. O estilo combativo do vereador é algo que me agrada muito. Tenho pavor de pessoas mornas e nunca vi ele acovardar-se em embates com figurões da politica local e expôs diversas feridas da atual administração, que partiu pro ataque pessoal, tentando intimidá-lo, mas não adiantou, pois ele teve coragem pra segurar o rojão e jogar o mesmo lá pras bandas do paço municipal. A forma que ele atua, desperta dois tipos de sentimentos: Há quem o ame e quem o odeie, mas tenho certeza que se tivéssemos um plenário de Brasilia cheios de César Godoy , atuando da forma que ele atuou aqui na câmara de vereadores de nossa cidade, sendo uma oposição firme e realmente fiscalizadora e sem "puxa-saquismos" , o mal não se proliferaria. A única objeção que eu tinha dele é o partido o qual ele pertence, pois trata-se de um partido Socialista, criado por um comunista de carteirinha que foi o Miguel Arraes o qual eu não simpatizo em nada com isso, mas relevei, pois para exercer a vereança, como fiscalizador, trata-se de um detalhe menor, o qual se fosse na majoritária com esse partido, meu voto ele não receberia jamais!
 
Resumindo minhas escolhas: Doutor Tomazini -45 para prefeito e César Godoy 40800 para vereador.
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O parlamentar e a sua cueca

O parlamentar e a sua cueca

 A História do dia relata um fato históricos que ocorreu no final da década de 40, mais precisamente em 1949, onde o parlamentar Edmundo Barreto Pinto (1900-1972) foi cassado por falta de decoro parlamentar e tonou-se assim o primeiro deputado cassado pela câmara dos deputados e o motivo é o grande atrativo desta história: Deixou-se fotografar de fraque e usando cueca samba-canção pra a revista O Cruzeiro (uma espécie de Veja daquela época) e em sua defesa alegou que o fotógrafo Jean Manzon, havia garantido que somente a parte superior da fotografia seria publicada e assim isso seria uma armação, pois ele pertencia a base de apoio de Getúlio Vargas e a câmara dos deputados naquele momento queria a cabeça do ex-presidente. Fato interessante, de uma época que usar cuecas já era motivo de cassação...hoje temos deputados procurados pela Interpol e condenado pela justiça em diversos atos de corrupção e com contas em paraísos fiscais atuando no parlamento de forma natural. Outros usam a própria cueca para transportar propina: Sério indicativo da corrupção moral de nossa sociedade.

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